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OUTROS PATROCÍNIOS |
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APOIOS |
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APOIO À DIVULGAÇÃO |
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PARTICIPANTES |
| 4.TEMPO |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Grupo de Bombos do Instituto do Monsenhor Airosa |
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| A RUA DA |
Percussão Popular Portuguesa |
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| A A Rua’da é uma escola de percussões que se integra no programa de formação em instrumentos tradicionais promovido da Federação das Colectividades de Cultura e Recreio do Concelho de Santa Maria da Feira e tem os seguintes objectivos:
– Permitir a aprendizagem de técnicas de execução em instrumentos de percussão tradicional e dotar as colectividades de competências nessa área;
– Permitir o acesso às técnicas de execução a pessoas que individualmente o desejem;
– Criar uma orquestra de percussão de instrumentos tradicionais, constituindo assim mais um elemento de animação destinado a participar em eventos e espectáculos de carácter cultural e recreativo. |
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| AJUDA A BOMBAR |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Um grupo recentemente constituído por crianças e jovens da Ludoteca da Junta de Freguesia da Ajuda, tendo tido a sua 1ª actuação a 15 de Fevereiro de 2007. O grupo surge como forma de culmatar a tendência para comportamentos de risco numa freguesia com bairros problemáticos . Têm como objectivo: melhorar a auto-estima, a cooperação, a tolerância e a inter-ajuda entre jovens e crianças. Os maestros fazem a sua formação no Tocá Rufar. |
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| ANCETOCA |
Percussão Popular Portuguesa |
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| O grupo de bombos Ancetoca, é um projecto musical, inserido nas actividades extra-curriculares da Escola E.B. 2,3 de Ancede – Baião. Iniciou a sua actividade em 2006, no sentido de animar o corso carnavalesco da escola, com 2 bombos e 2 caixas, e logo ai, criou uma certa ambição pela prática destes instrumentos e que de certa forma «colocou de parte», todos os outros projectos musicais, trabalhados até aqui, neste espaço do Clube de Música.
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| ANIMATEATRO |
Teatro Infantil |
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| Associação de Teatro e Animação do Seixal, existe desde 2001 e tem como objectivo a divulgação e promoção do teatro junto da população local, não perdendo de vista outras gentes e lugares de Portugal. |
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| ARANTXA JOSEPH |
Dança Afro-tribal para crianças |
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| ARTISTA POR UM DIA |
vários |
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| Contando com uma maquilhadora, uma costureira, uma cabeleireira e animadores socio-culturais nas àreas da música, dança e teatro, a rubrica ARTISTA POR UM DIA constrói um mini-espectáculo em torno da criança. Pretende-se que os pais entreguem os seus filhos ao cuidado dos monitores existentes no espaço, regressando depois a uma hora estabelecida para contemplar os seus rebentos: é a altura da criança brilhar e ser a personagem principal num mundo de fantasia e animação. |
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| ASSOCIAÇÃO INTERROGAÇÕES |
Workshop Infantil |
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| Associação de psicologos, especialistas em psicologia para adolescentes |
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| BÁCOTO |
percussão |
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| Bácoto nasceu de uma formação que decorreu na Casa Municipal da Juventude de Cacilhas - Ponto de Encontro, orientada por Hugo Menezes, cujo objectivo final foi a implementação de uma orquestra de percussão e a concepção de um espectáculo que tivesse continuidade.
Tendo como base o djembé e a inspiração ritmica no Afro Mandinga, as prestações do projecto Bácoto são sempre plenas de energia.
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| BARDOADA - O GRUPO DO SARRAFO DO PINHAL NOVO |
Percussão Popular Portuguesa |
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| A Associação “Bardoada” – O Grupo do Sarrafo está sedeada no Auditório da Pluricoop, sito na Rua Gago Coutinho e Sacadura Cabral, nº 1 a 3 em Pinhal Novo, tem personalidade jurídica desde Fevereiro de 2000 e tem como objectivo principal a dinamização de uma orquestra de percussão com base em ritmos tradicionais portugueses. |
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| BE-DOM |
percussão |
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| Os be-dom são um grupo diferente de percussão, que utiliza materiais alternativos (bidões, garrafas, latas, o próprio corpo, brinquedos, etc.). Num espectáculo fundamentalmente musical e com uma componente teatral, os be-dom procuram proporcionar ao público puro entretenimento envolvente e interactivo. |
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| BOMBA D'ÀFRICA |
batuko |
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| As BOMBA D' ÁFRICA têm dez anos e mantêm viva a tradição Cabo-Verdiana do batuco, uma das mais expressivas formas da cultura daquele país. Presume-se que o batuco foi o primeiro estilo musical divulgado entre os escravos, em que o ritmo era repercutido no próprio corpo. Hoje ele é executado principalmente por mulheres, as quais percutem essas espécie de pequenas almofadas colocadas sobre os seus joelhos, criando quentes e contagiantes bases rítmicas para o canto e a dança, fiéis ao calor do povo cabo-verdiano e do próprio país. |
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| BOMBOS DA CASA DO BENFICA DE PROENÇA-A-NOVA |
Percussão Popular Portuguesa |
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| BOMBOS DE NISA |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Tendo em comum o gosto pelo toque dos tradicionais bombos e pretendendo preservar a música, os costumes, as tradições e raízes das gentes do centro interior do País, e particularmente da região, assim foi dado corpo a este projecto. |
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| BOMBRANDO |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Grupo de Percussão da Freguesia da Brandoa |
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| CÍRCULO COM ORQUESTRAS DE PERCUSSÃO |
círculo de percussão |
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| ACTUAÇÃO DE DIVERSAS ORQUESTRAS DE PERCUSSÃO - EM FRENTE AO PALCO PORTUGAL A RUFAR
Algumas das orquestras participantes poderão apresentar-se no palco para interpretar uma peça da sua autoria.
O Projecto de Percussões Tocá Rufar tem “semeado” por todo o país o gosto pelas percussões na medida em que tem formado ou ajudado a formar novos núcleos ou grupos autonomos. Estes têm desenvolvido o seu trabalho e são, hoje em dia, verdadeiras orquestras com repertório e coreografia próprios.
Este ENCONTRO visa a sã competição e o desenvolvimento que a mesma estimulará, a junção dos diversos Projectos num ambiente de convívio e mútua aprendizagem ao mesmo tempo que promove a autodisciplina e as relações de grupo.
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| CIRCUS CLOWN |
Animação Circence |
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| CLÁUDIA CANDEIAS |
Estátua Humana (Luality) |
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| CONVERSAS DE RUA |
teatro |
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| Teatro de intervenção: "Os meus não dão problemas".
Pelo “o Holofote - Luz sobre cenas da Vida”- grupo de teatro de intervenção, com o objectivo de colocar os espectadores a reflectir sobre a realidade social que os envolve. Apresentações em Portugal e na Bélgica desde Outubro de 2001. |
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| DAZKARIEH |
World Music |
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| Os DAZKARIEH iniciam a sua viagem musical em 1999 passando por diversas fases no seu caminho e hoje, após várias mudanças na sua formação, costumam ser classificados na categoria de “world music”. E sim, eles são
música do mundo, no sentido da fusão musical resultante das experiências dos seus instrumentistas que vão desde a tradicional ao rock, da erudita à experimental, utilizando para tal, instrumentos tradicionais de várias culturas,como a sueca, irlandesa ou a árabe mas tendo dado, porém, um especial ênfase à música tradicional portuguesa nos últimos dois anos. Como é de uma viagem que se trata, é ao vivo que as suas prestações se tornam mais coloridas e criativas. |
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| DIA DO BOMBO - GRANDE DESFILE COM 1000 TAMBORES |
desfile |
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| Reza a história que o bombo português mais antigo tem 200 anos. Está em Lavacolhos, aldeia do Concelho do Fundão. Existem, em Portugal, aproximadamente 200 grupos tradicionais de bombos. Este dia pretende comemorar a festa nacional, a festa da Portugalidade - o DIA DO BOMBO - na forma de um grandioso desfile com a participação de muitos grupos tradicionais de bombos e orquestras de percussão, num total de mais de 1000 tocadores. Traz um bombo e participa!!! |
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| DIDGERIDOO |
workshop |
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| O didgeridoo é um instrumento de sopro de origem australiana, feito de eucalipto naturalmente “roído” pelas térmitas e utilizado há milhares de anos pelos Aborígenes Australianos.
Só muito recentemente, em comparação com outros instrumentos musicais, é que o didgeridoo adquiriu alguma projecção a nível mundial. Por toda a Europa existem já festivais e associações de pessoas que partilham o gosto por este instrumento. |
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| DRUMMING |
Percussão |
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| Depois de criada em 2006 a formação interna Steel Drumming o Drumming - Grupo de Percussão presta um justo tributo ao mais conceituado dos cantautores portugueses, José Afonso. Um programa no qual a Steel Drumming toca arranjos fieis criados por elementos do grupo como Rui Rodrigues, Paulo Costa, Luis Oliveira, António Sérgio bem como por compositores como Pedro Moreira, Mário Laginha e Bernardo Sassetti, entre outros. Por outro lado também serão tocados originais inspirados na obra do homem que veio da mata, criados pelos compositores Carlos Guedes e Nuno Côrte-real. Este espectáculo terá também a participação especial do cantor Miguel Guedes (Blind Zero) que cantará e recitará as letras de José Afonso. |
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| ECLODIR AZUL |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Eclodir Azul é um Projecto sem fins lucrativos e com inscrição gratuita que pretende promover a inclusão de jovens num ambiente de harmonia e igualdade, transmitindo-lhes o civismo, a capacidade de convivência, o prazer, a paixão, a energia, a alegria e a vitalidade em tudo o que fazem.
O Projecto Eclodir Azul leva a música até às crianças, jovens, adultos e idosos, pondo de parte as diferenças culturais e criando oportunidades para os jovens fazerem novas amizades.
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| EKVAT |
Música e Dança Indiana |
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| ENCONTRO DE PERCUSSIONISTAS E BATERISTAS |
Percussão e Bateria |
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| O que é o encontro de bateristas e percussionistas?
O encontro de bateristas e percussionistas é uma actividade inserida no festival, na qual se pretende uma troca de experiências e conhecimentos entre os participantes. Após a intervenção de um baterista e um percussionista de renome internacional, terá lugar uma 'jam session' colectiva com todos os participantes.
Onde e quando vai decorrer o encontro?
O encontro vai decorrer no recinto do Festival Portugal a Rufar, na antiga fábrica da Mundet, Seixal no Palco Tenda. O encontro vai decorrer no Sábado, dia 2 de Junho.
A que horas é o encontro?
As actividades relacionadas com o encontro de bateristas e percussionistas vão ter início às 18h.Vão ser bastantes baterias, congas, djembés, bongós, darabukas.
O que preciso levar?
É necessário que cada baterista/percussionista leve o seu próprio material.
Quem vai lá estar?
Muitos são já os músicos, bateristas e percussionistas, amadores e profissionais, que aderiram a este encontro único. Às 19h00 não perca o diálogo de baterias com José Sangueiro e Marco Franco. Logo de seguida, poderão assistir a um ‘showcase’ com o baterista virtuoso Ralf Gunstke (TERRY BOZZIO, STEVE SMITH, JOEY HEREDIA, ED THIGPEN, BILLY COBHAM, GERRY BROWN, DAVE WECKL,VIRGIL DONATI, ZORO etc.)
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| ESCOLA DA CIDADE DE CASTELO BRANCO |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Grupo de Percussão da Escola da Cidade de Castelo Branco |
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| ESCOLA SUPERIOR DE TEATRO E CINEMA |
gigantones e cabeçudos |
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| A Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC) do Instituto Politécnico de Lisboa, herdou a experiência de cerca de 150 anos de ensino do Teatro do Conservatório Nacional, fundado por Almeida Garrett e de mais de uma dezena de anos de ensino do Cinema.
É uma instituição do ensino superior politécnico, vocacionada para o ensino, a investigação e a prestação de serviços à comunidade. Para prossecução dos seus fins, a ESTC dispõe de autonomia científica, pedagógica, administrativa e financeira, estatutariamente atribuídas sendo o seu objectivo principal a formação de profissionais altamente qualificados, técnica e artisticamente, nos domínios do Teatro e do Cinema.
A Escola dispõe desde 1998 de novas instalações construídas de raiz, situadas no Parque Central da cidade da Amadora, Está filiada no IIT – UNESCO Chair, na ELIA – European League of Institutes of the Arts, no CILECT – Centre National de Liaison des Écoles de Cinéma et de Télévision. Participam no Festival alunos dos Cursos de Actores e de Design de Cena que beneficiam de Formação em Percussão há mais de 5 anos, com Professores do Tocá Rufar. A eles devem não só o domínio de instrumentos e repertórios mas principalmente o exemplo de humanidade e rigor das iniciativas que promovem. |
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| ESCOLAS DO CONCELHO DO SEIXAL |
percussão popular portuguesa |
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| No âmbito das Oficinas que o Tocá Rufar desenvolve em Escolas do Ensino Oficial nos Concelhos do Seixal e Fundão, participarão também no Grande Desfile os alunos inscritos das Escolas do Seixal. Para estes, o desfile constituirá a sua primeira apresentação pública, retratando assim o resultado de um ano de trabalho e empenho nas Oficinas. As Escolas que participam no Grande Desfile de Domingo dia 29 são as seguintes:
B23 PAULO DA GAMA
B1 SEIXAL Nº 2
B1 ARRENTELA Nº1
B1 ARRENTELA Nº2
B23 VALE DE MILHAÇOS
B1 MIRATEJO Nº 1
B1 CORROIOS Nº 4
PREARATÓRIA NUN’ÁLVARES
B23 PINHAL DE FRADES
B1 FOGUETEIRO Nº1
B1 QTª DA PRINCESA
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| ESPAÇO XARILAS |
espaço de apoio infantil |
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| ESPAÇO XARILAS - Estrutura
1. Recepção e Bengaleiro
2. Área ‘Bés e Xarilinhas – Higiene e alimentação – dos o aos 3 anos
3. Área Salta e Pula, Xarila – dos 3 aos 6 anos
4. Área Gincanas – dos 6 em diante
5. Área Descanso – polivalente
Área WC’s – wc’s de usufruto exclusivo das crianças
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| ESPECTÁCULO FINAL DE FUSÃO |
Multidisciplinar |
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| ESPECTÁCULO DE ENCERRAMENTO
Grande espectáculo de encerramento com muitos dos artistas que passarão pelo Festival. O mesmo será concebido expressamente para o efeito e será um espectáculo de fusão com a participação dos vários grupos dos países envolvidos e representados. Pretende-se um espectáculo Multidisciplinar e Multicultural. Terá aproximadamente 60 artistas em palco, e terminará com fogo de artifício sincronizado.
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| EXPOSIÇÃO E VENDA DE INSTRUMENTOS DE PERCUSSÃO |
exposição e venda |
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| EXPOSIÇÃO PERMANENTE - percussão de todo o mundo - ESPAÇO DA FEIRA LAIKA. Instrumentos de percussão tradicional de vários países e continentes.
Pretende-se com esta exposição temática dar a conhecer diversos instrumentos de percussão de todo o mundo – espólio do Tocá Rufar – duma forma inovadora. Os visitantes podem, não só ver, como é costume, mas também experimentá-los, tocando e, desta forma, criar um sentimento de proximidade muito maior na sua relação pessoal com a arte em geral e a música instrumental de percussão em particular.
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| FEIRA LAICA |
Feira de Artesanato |
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| Curiosos da fotografia julgando tratar-se de um meeting de máquinas vintage e saudosistas da Guerra Fria acompanhados de astrónomos amadores desejosos de matar saudades da velha cadela e, finalmente, amigos inseparáveis da pinga esperando encontrar congéneres suficientemente motivados para apanhar uma valente piela.
A ela acorrem também os tesos e os remediados, interessados ou críticos incorrigíveis.
Há os que fingem ir comprar e os que compram realmente. Todos buscam a Laica…
Artesãos confirmados: Dina Ladina, Maria Robô, Coisas de Luz, Diana Regal, Joana Mateus, Sandra Guerreiro, Dovska, Amigos do Monstro, Benamai, Mannus, Senhor de Si, Pukaca, Marta Poeiras, Fruta da Época, Chantelle & Lella, Conversas de Rua,Perlimpimpim, Mó de Vida, Millet Craft, Ecoterra, Limalha, Mundo Flutuante, Piggyonaise, Banca Mista, Goto Design, Malmequeres, Patricia Lima, Maria Ribeiro, Sandra Pedro, Sofia&Bettina, Unika
Peça de Africa, Job Morais e Fatt. |
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| FEIRA LAICA EXPOSIÇÃO DE DESENHO E ILUSTRAÇÃO |
Exposição e Workshops de pintura para crianças |
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| A convite da Associação Tocá Rufar, a Feira Laica desloca-se até ao SeixaL (antiga fábrica Mundet) em Junho. A programação da feira incluirá:
+ Banca de artesanato e new crafts.
+ Ocupação edíficio "Chapanhe Aglumerado", no qual estará a exposição de ilustração CHIU!
Os tom-toms ecoam nas profundezas da selva, que tem já a participação confirmada de Luís Henriques, Teresa Amaral , Edgar Raposo, Joana Figueiredo , Ana Meneezes, André Lemos, Pedro Zamith, João Maio Pinto, Artur Varela e José Feitor . Aí decorrerá ainda uma oficina de fanzines, durante os três dias do festival, coordenada por João Bragança, Joana Figueiredo e José Feitor e que contará com a presença do atelier de serigrafia Mike Goes West, que permitirá aos participantes criar no momento capas para os fanzines usando essa técnica de impressão. A oficina está aberta à participação de crianças e jovens e dela resultará um fanzine, elaborado, policopiado e montado na hora!
+ Ainda no edifício ocupado: Banca de edições independentes e venda de originais de ilustração,a cargo da associação Chili com Carne com a participação das editoras Thisco e Milk and Wodka
SHIUU… OS TOM-TOMS ECOAM
NAS PROFUNDEZAS DA SELVA!
Exposição de desenho e ilustração integrada no Festival Portugal a Rufar 2007, no âmbito da 6ª Feira Laica.
Pálido, quase irreconhecível, Tarzan suspendeu a respiração enquanto se confirmavam as suas piores suspeitas: A ofensa dos brancos não havia sido esquecida e toda a selva revelava em crescendo a sua incontida fúria através do ressoar de inumeráveis tom-toms. As peles dos animais mortos, secas, esticadas e percutidas em ritmos frenéticos, anunciavam a aterrorizante represália. O mato selvagem reclamava aquilo que era seu. Enquanto o rei da selva ia deitando contas à vida, Jane, alheia à ameaça, pintava os lábios e Cheetah catava o seu companheiro. |
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| FINKA-PÉ |
batuco |
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| O Grupo de Batuque Finka-Pé surgiu em 1988 no Bairro Alto da Cova da Moura, concelho da Amadora, no âmbito das actividades desenvolvidas pela Associação Moinho da Juventude. Inteiramente formado por mulheres caboverdianas que habitam no bairro, este grupo dedicou-se à prática do batuque por razões de vária ordem: divulgação da cultura caboverdiana, autovalorização das suas componentes e manutenção das tradições do seu país. |
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| GRUPO DE JOGO DO PAU |
Dança e Percussão |
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| Grupo do Jogo do Pau do Cube Recreativo de Brejos de Faria - Moita |
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| IMAGINARES |
Animação circence |
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| KILANDUKILU |
Percussão e Dança Africana |
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| O Ballet Tradicional Kilandukilu, foi fundado a 15/Março/84 no Bairro do Maculusso em Luanda-Angola por jovens entusiastas, tendo como linhas mestras a divulgação da arte africana em geral, ao som dos instrumentos tradicionais, nas suas mais variadas vertentes |
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| KOPINXAS |
Teatro e Animação de rua |
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| KUMPANIA ALGAZARRA |
Ska, Polka, Swing |
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| Uma animada viagem ao encontro de diferentes sonoridades que cruza influências da musica de leste, árabe, afro com Ska, Polka, Swing, entre outros.
A originalidade na fusão, a energia das letras e as melodias vibrantes proporcionam o ambiente festivo que os Kumpania Algazarra levam ao palco ou à rua (banda móvel).
Um espectáculo contagiante! |
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| KUSSONDULOLA & TOCÁ RUFAR |
Reggae e Percussão |
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| Kussondulola e Tocá Rufar juntos num espectáculo de reggae e percussão que vai despertar consciências a favor da cidadania e da tolerância! Kussondulola apresenta o novo disco, MADIÉ. Com arranjos e letras originais, o projecto inspira-se em alguns temas nacionais de sucesso nos anos oitenta e reflecte a existência do Homem, da origem da Criação aos dias de hoje. Mais info:
Os concertos de reggae não são uma moda, não são o novo. São o espírito convertido em música, uma vontade de dizer o que está à volta dos homens. Fazem-no através de canções que dançam nos nossos pés e marcam o nosso coração. Os kussondulola são os felizes descobridores, que nos colonizam a alma e a cabeça com refrões infalíveis e verdadeiros, com a intimidade dos vizinhos de sempre. Os concertos de reggae são uma família que apetece visitar. Há muitos anos que os kussondulola poêm o people a dançar.
«Dançam no Huambo» e «Perigosa» foram colossais êxitos que ainda hoje passam nas rádios Nacionais, bem como outros temas dos dois álbuns posteriores, «Nos somos rastaman», «Rock steady», «Apanha flash» e «Boda do leão». |
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| LIGA DOS AMIGOS DO ALCAIDE |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Grupo de Bombos da Beira Baixa |
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| LIVIKA |
Percussão e Dança |
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| O Tambor é usado como um instrumento terapêutico em diversas culturas em todo o planeta. Como seres vivos, a nossa sensibilidade para a percussão é algo que nós humanos têmos desde o início dos tempos. O rítmo é a alma da vida, move os nossos corações e todo o universo. É fonte pura de energia regeneradora.
Livika é a consumação de um sonho perseguido desde à muito. É um grupo de percussionistas que acredita na união de pessoas e culturas através da percussão. A mensagem de Livika é de compreensão para lá de todas a diferenças.
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| LUSO CABOVERDIANA |
Batuque |
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| MANIAKS |
artes gráficas |
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| MARCO SANTOS |
Workshop de Percussão Corporal |
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| MIMO PRIMAVERA E BONECA ARCO IRIS |
Teatro Infantil Interactivo |
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| MU |
Músicas do Mundo |
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| A música dos MU apresenta-se tão diversa e alegre quantos os membros do grupo, e é principalmente inspirada nos sons das culturas musicais europeias, através do uso e da fusão de instrumentos de todo o mundo. Já considerada uma banda de estilo "roufenho, nómada e circense" é com este mesmo perfil que vêm a conquistar rasgados sorrisos por onde actuam e a ganhar o concurso de música Folk no "Arribas Folk" em Sendim, Miranda do Douro. Festivais como o "Andanças" (em S. Pedro do Sul), o "Intercéltico de Sendim", o "Danzas sin Fronteras" (em Espanha), entre outros, serviram ainda para promover o álbum, "Mundanças", e o êxito esgotante destes momentos, para reforçar a energia com que continuam a actuar. Traduzem-se em seis os rostos deste grupo, com apenas um objectivo: fazer o mundo dançar!!!!!!!!!! |
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| NÉLSON ARAÚJO |
Pintor |
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| OLIVETREE |
Pumping Percussive Didgeridoo |
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| OLIVETREE é uma “ode” aos sons da terra e vem dar ênfase à música de dança produzida apenas com instrumentos acústicos. É uma ideia simples de contextos rítmicos complexos. Usando apenas instrumentos reais com uma capacidade estonteante.
OLIVETREE é um ‘inovador’ trio de grande energia na música de dança que mistura as influências latinas e afro-brasileiras com os sons anciãos do didgeridoo e os ritmos contemporâneos da tecnolândia para criar uma vibrante e fresca “dancemusic” caracterizada por tempos irregulares recheados de ataque e por saborosos grooves. |
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| OS AMARANTINOS |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Grupo de Zés Pereiras da Casa Regional do Concelho de Amarante |
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| PARADIDDLE |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Grupo de Percussão da Escola EB 23 Fernando Pessoa |
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| PAULO FIGUEIREDO |
Fotógrafo |
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| Apaixonado pelo património, pela história e pela descoberta, considera-se auto-didacta em areas como a fotografia, defesa do ambiente, espeleogia e património construído. Desenvolve e lidera projectos científicos inéditos em Portugal e iniciou um projecto de estudo e divulgação do património histórico e cultural da cidade. |
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| PERCUSSÃO POPULAR AFRO - MANDINGA |
workshop |
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| PERCUSSÃO POPULAR BRASILEIRA - MARACATU |
workshop |
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| PERCUSSÃO POPULAR BRASILEIRA - SAMBA |
workshop |
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| PERCUSSÃO POPULAR PORTUGUESA |
workshop |
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| PIM TEATRO |
animação infantil |
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| O Teatro Pim vem animar a área infantil, onde os mais pequenos poderam fazer pinturas faciais, moldagem de balões, jogos tradicionais, construções recicláveis e muito mais. |
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| PULSAR |
Percussão |
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| Pulsar Vital consiste na criação e apresentação de um espectáculo musical com crianças a favor de crianças, incluindo a realização paralela de workshops. A iniciativa nasce do trabalho pedagógico desenvolvido com um grupo de alunos do Conservatório de Música Jaime Chavinha em Minde. É deste grupo, de nome Pulsar, e da sua vontade de valorizar o “ser criança”, que surge o impulso para a criação do espectáculo Pulsar Vital, com raiz conceptual na responsabilidade solidária. De forma a alargar a nossa capacidade de acção social o projecto estabalece parcerias com Instituições de Solidariedade Social, para as quais revertem os lucros dos espectáculos.
Pulsar Vital propõe uma concepção musical que explora a percussão como forma directa de comunicação e união entre pessoas e comunidades. Prevalece a relação com os ritmos da vida através: da exploração do corpo como instrumento dando origem à percussão corporal; da investigação sonora de objectos e circunstâncias do quotidiano; e da análise digital do movimento aliando as novas tecnologias à criação musical. Pulsar Vital ambiciona um modo de comunicação sensorial e um encontro social através da música. |
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| RALF GUSTKE |
"World of Groove" - show de bateria |
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| Evento para bateristas, percussionistas e todos os amigos da música
"WORLD OF GROOVE"de "RALF GUSTKE"
FAMOSO BATERISTA ALEMÃO LANÇA UM DVD-ENSINO EM PORTUGAL
Visitando o festival para rufar com Portugal e com o mundo, Ralf Gustke, mais conhecido baterista alemão da actualidade, apresenta o seu mais recente DVD-duplo o qual contém mais de 4 h de material - tudo que é importante para trabalhar profissionalmente com sucesso na área da bateria – quer em palco – quer no estúdio. Companheiro musical de Xavier Naidoo, a mais emblemática estrela do soul-pop jovem germánico – o Ralf ganhou a reputação de ser um verdadeiro malabarista de notas que – mesmo assim – impressiona com simplicidade e feeling.
É preciso ouvir para acreditar..
Ralf began playing at the age of 10, first experimenting with selfmade drum sets composed of tin cans and a soap containers. He started out by playing to the music of the local American radio station AFN, who aired a lot of R&B, Rock, Funk, Jazz and Soul.
At the age of 12 he joined the local music corp and there learned how to read music, the rudiments of theory and stick control.
He got his first drumset when he was 13, and then after begging his mother he began drum lessons.
In 1980 - 85 he played in many Garage bands and began gigging in the various American clubs in the Mannheim & Heidelberg area.
Despite growing up in the influence of a musical environment Ralf is basically self-taught (an autodidact).
He then took part in the newcomer contest of the DRUMMER MEETING KOBLENZ 1986 and won the upper circle. Around the same time he joined the LYDIE AUVRAY group ( musette,jazz ) and toured in Germany, France and Switzerland. This lead him to gig with one of the greatest female Singers of all time CHAKA KHAN with Ralf´s own band ZEBRA playing support. Performing at jazz-festivals in Denmark, Sweden , France, Italy, Austria and Switzerland, while also touring in Japan introduced him to an international Audience.
Simultaneously he was working in studios for many artists like WOLF MAAHN, SIX WAS NINE, FRANK NIMSGERN, the Austrian Singer GEORG DANZER and Ralf´s own project CULTURE CROSS (signed with EMI ELECTROLA) and ZEBRA.
In 1993 - 96 he joined the Italian Singer GIANNA NANNINI to tour and record in Italy.
On his return from Italy he started working with 3P, considered the most exciting Hip-Hop Label in Germany/Frankfurt at that time. Within that constellation he worked in the studio and on tour for SABRINA SETLUR, MOSES PELHAM and GLASHAUS.
This period also included Studio recordings for: NENA, EDO ZANKI, LOTHAR KOSSE, GOSPELFIRE, KEVIN COYNE, CULTURE BEAT, GIL, NORM STRAUSS, TOM LANE and many more. Even while working in the studio that time he was also touring with the Acid-Jazz project DE PHAZZ across Europe.
In 1999 he met XAVIER NAIDOO and to date Ralf works for him as a drummer and as Musical Director on tour and studio. Ralf is also a member of the multicultured Band SÖHNE MANNHEIMS since 2000.
Ralf has also built himself a reputation as a solo performer/clinican. He has appeared at Drum Festivals like RHYTHM MARKTOBERDORF (1992, 2002), WORLD DRUM FEST HAMBURG (1998),YAMAHA DRUM NIGHT COLOGNE (1999), DRUMMER-MEETING KOBLENZ (2000) , MUSIK MESSE FRANKFURT (1996,1997,2001) and many more. Recently he took part in the PPC DRUM NIGHT HANNOVER (2006), and so he was featured amongst the greatest names of the drumming community today (TERRY BOZZIO, STEVE SMITH, JOEY HEREDIA, ED THIGPEN, BILLY COBHAM, GERRY BROWN, DAVE WECKL,VIRGIL DONATI, ZORO etc.)
www.meinlcymbals.com/Ralf+Gustke
www.drummerworld.com/drummers/Ralf_Gustke.html |
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| RHAKATTA |
Percussão e Didjeridoo |
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| Rhakatta é um projecto que nasceu há cerca de dois anos em Alte, pesquisa a tradição Mandingue, elaborando músicas com base em temas tradicionais provenientes da África Oeste (Mali, Rp. Guiné, Senegal, etc) misturados com o didgeridoo e vozes. |
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| RIBOMBAR |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Está inserido no NACO - Núcleo Júvenil de animação cultural de Oliveirinha, associação que se dedica à pratica de Teatro/Teatro de rua. |
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| RITA TRISTANY |
Cantar Histórias |
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| RITMOS |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Grupo de Percussão do Instituto Jacob Rodrigues (Casa Pia de Lisboa) |
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| RRRR TUM TUM TUM |
Percussão |
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| Grupo de percussão formado nos tempos livres da Escola Leonardo Coimbra, que serve os bairros portuenses da Pasteleira, Aleixo, Mouteiro, Pinheiro Torres, Condominhas. Com cerca de dez elementos fixos, tem participado nas actividades da Escola e da Comunidade Educativa de forma humilde mas dedicada, com excelentes resultados |
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| RUFO&CIRCUS |
Percussão Popular Portuguesa e Artes Circenses |
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| O Rufo&Circus nasceu a partir do “Riscos e Traços”, projecto de prevenção do abandono escolar promovido pelo Município de Santa Maria da Feira, que teve como filosofia base a integração de jovens em risco de exclusão social através da Arte. |
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| SEMENTE |
Percussão e Dança |
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| Funde elementos tradicionais e étnicos destes países com referências contemporâneas, tendo como objectivos, através da ligação da sua música e dança, divertir, envolver, comunicar e sensabilizar o público para os laços ancestrais que ligam o Homem à Terra. |
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| STUCCATA |
Percussão |
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| Têm como objectivo desenvolver o estudo e a divulgação da música étnica e tradicional, bem como, das suas diferentes formas de expressão artística, dando especial atenção ao vários instrumentos de percussão. |
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| TAMBOMBO |
Percussão Popular Portuguesa |
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| O Tambombo é um grupo de percussão composto por alunos da escola EB 2-3 de Palmeira - Braga, sendo um projecto extracurricular que pretende contribuir para a formação social e cultural e integração dos seus alunos. |
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| TARIMBA |
Percussão Popular Portuguesa |
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| O Tarimba é um grupo de percussão composto por alunos do Colégio Nssa Senhoras das Graças-Real - Braga, sendo um projecto extracurricular que pretende contribuir para a formação social e cultural e integração dos seus alunos. |
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| TEATRO DO ELEFANTE |
teatro |
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| IPINÊSPÊS – novo espectáculo de teatro para bebés, é a mais recente produção do Teatro do Elefante dirigida à Primeira Infância e foi apresentada ao público pela primeira vez a 3 de Março.
Desde essa data, já percorreu um largo conjunto de localidades, tendo sido recebido pelos públicos de diversas salas de teatro.
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| TERRA NOVA |
Percussão Popular Portuguesa |
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| os TERRA-NOVA tiveram o início da sua actividade em 2002 e trata-se de um projecto de cariz popular. O mesmo tem a particularidade de proporcionar duas variedades de tradição nos espectáculos. Inicialmente os Cantares Populares, em que se destacam os cavaquinhos e instrumentos tradicionais, logo a seguir a Percussão tradicional com bombos e caixas.
É de louvar a dedicação e o gosto que estes jovens têm pela tradição popular, jamais tentando esquecer a alma popular e as tradições das suas terras.
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| TIM TIM POR TIM TUM |
Diálogo de Baterias |
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| grupo formado em 1996, por quarto músicos multi-instrumentistas. Afirma-se com uma linguagem que explora o som e o silêncio, o acústico e a estética, o gestual e o imprevisível. Fazendo uso de um universo de interacção e improvisação entre os músicos. Comunicar é o objectivo deste projecto, seja por sons, ritmos ou expressão cultural. |
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| TIM TUM |
Diálogos de Bateria |
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| Dialogo de Baterias entre José Salgueiro e Marco Franco.
José Salgueiro é baterista e percussionista e produtor musical nas áreas da música tradicional, do Jazz e da música infantil. De 1983 a 1991 foi baterista do "Trovante" e integrou igualmente grupos como "Resistência", "Cal Viva e "O Ó que som tem?".
A actividade musical de José Salgueiro passou também por participações em concertos, gravações de discos e espectáculos de televisão de Sérgio Godinho, Zeca Afonso, Janita Salomé, Vitorino, José Mário Branco, Rui Veloso, Filipa Pais e Pedro Jóia; no campo do Jazz participou em projectos de António Pinho Vargas, Bernardo Sassetti, Perico Sambeat, Carlos Martins, Pedro Burmester, João Paulo Esteves da Silva e José Peixoto. Em Março de 2001 integrou o Quinteto de Wayne Shorter, num espectáculo integrado na programação de Jazz do Porto 2001 Capital Europeia da Cultura.
A convite da Expo-1998, criou o projecto "Adufe", espectáculo que tem sido apresentado por todo o País.
Estudou na Academia dos Amadores de Música, no Conservatório Nacional e no Hot Clube de Portugal. Participou em workshops sobre Improvisação, bateria e trompete, em Barcelona, com Max Roach, Billy Hart, Ron McLoure, David Liebman, Richard Beiras, Paul Motion e John Tchichai.
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| TJAK |
Chil-out |
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| Há uma cerimónia em Bali, onde o deus dos macacos, Hanuman (o macaco branco), tem um exército de macacos que o vão ajudar na luta contra os outros malandros. E esse coro de macacos faz "Tjak, tak, tjak! Tjak, tak, tjak!" |
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| TOCA A BOMBAR |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Grupo de Bombos da Beira Baixa |
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| TOCÁ RUFAR |
Percussão Popular Portuguesa |
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| O TOCÁ RUFAR é um projecto artístico e sócio-cultural na área da música, fundado em 1996.
Actualmente o TOCÁ RUFAR é uma referência incontornável. A presença em eventos de prestígio é constante. A origem, os elementos e a missão são o garante das soluções que apresenta. O Tocá Rufar é um projecto sem fins lucrativos e inscrições gratuitas, cujo mérito tem sido reconhecido a vários níveis: o Ministério da Cultura atribuiu-lhe o estatuto de Projecto de Interesse Cultural (1998/2004) e o mesmo foi escolhido para representar Lisboa nas Cidades Educadoras (1999) dado o seu real interesse como experiência educativa (AICE - Associação Internacional de Cidades Educadoras; agrupa mais de 180 cidades de 26 países ( www.edcities.bcn.es). |
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| TOCÁNDAR - GRUPO DE PERCUSSÂO |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Nascido no ano 2000 como projecto pedagógico e artístico, constituído por crianças e jovens da Marinha Grande, o Tocándar transporta para a actualidade a festa dos “Zés Pereiras”. Na rua ou em palco, o grupo apresenta um espectáculo que faz a fusão entre bombos, caixas e timbalões, passando pelos djembés, os caretos, os didgeridos, os espanta espíritos, as estruturas metálicas e os bidões, onde convivem ambientes rítmicos tradicionais e contemporâneos, impregnados de energia juvenil. |
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| TOK'AVAKALHAR |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Este grupo de percussão tem como particularidade a construção dos seus instrumentos pelos próprios tocadores, tornando-os criativos. A sua actuação reflecte a alegria que os caracteriza. |
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| TRUPILARIANTE |
Animação de rua |
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| "Os Trupilariante" é um grupo de Novo-Circo fundado em 1997 e composto por três elementos fixos formados na Escola de Circo de Lisboa no ano de 1988. Desde essa data têm estado envolvidos em vários projectos de Teatro, Circo, Televisão, Animações, Guarda-roupa e Adereços, (informações mais pormenorizadas em historial anexo).
Com esta dinâmica constituíram a “Compª” no ano de 2001, composta por vários elementos com formações artísticas e técnicas diversas. Esta nova formação vai ao encontro da interdisciplinariedade que é a filosofia de base deste grupo, a par com a divulgação do Novo-Circo.
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| TTUKUNAK |
percussão |
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| Ttukunak são Sara e Maika, duas irmãs gémeas - tocadoras de Txalaparta. Começaram a tocar a partir dos doze anos e ao longo da sua carreira pisaram palcos em vários locais do mundo, desde o Royal Festival Hall de Londres até ao Brasil, passando pela Europa e Asia. Colaboraram com diversos grupos como é o caso dos Ojos de Brujo, Radio Tarifa, Arto Tunçboyaciyan, Tomás San Miguel ou Mártires del Compás, entre outros. Ttukunak faz a combinação de uma aparência femininina com a "rudeza" de um instrumento fisicamente exigente, normalmente conotado com o masculino - como é o caso da Txalaparta. Em grande parte a complicidade de irmãs gémeas faz fluir uma certa magia especial em termos visuais e sonoros. Mas claro: a virtude maior deste espectáculo está na capacidade que as Ttukunak têm para obter uma infinidade de sons e ritmos deste singlular instrumento básico, a Txalaparta.
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| TUCANAS |
Percussão |
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| TUCANAS - PERCUSSÃO CRIATIVA NO FEMININO
Grupo criado em 2001, apresenta um trabalho com sonoridades acústicas através de percussão, voz e acordeão. São cinco mulheres que apostaram os seus argumentos criativos na composição de temas inspirados nas tradições portuguesas, africanas e brasileiras. As Tucanas são compositoras e autoras dos seus próprios temas interpretados com bidons de plástico, cabaças de água, surdos, djembés, dumdumbas, próprio corpo, acordeão, entre outros. O espectáculo é composto por uma forte componente cénica: brincam e jogam com o ritmo e a harmonia, dentro de um visual muito próprio. Entre a sensibilidade feminina e a força rude de tocar percussão. |
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| VICKY |
workshop bateria |
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| A paixão pela bateria começou algures entre os 6 e os 8 anos. Sentia um fascínio enorme pela parte rítmica das músicas que ouvia, não só na bateria mas também nos outros instrumentos. No fundo é isso que oiço quando toco. Assim sendo montei o meu primeiro “kit de bateria”, feito com uns tambores tradicionais, alguns de plástico e um metalofone de brincar que tinha lá em casa. Mais tarde vim a saber que o meu pai já tinha tocado bateria na sua juventude, e foi então que me explicou o método tradicional de tocar bombo, tarola e hi-hat. A partir daí, cada vez que ouvia uma música, concentrava-me na bateria e tentava fazer o mesmo que estava a ouvir. |
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| WOK - RITMO AVASSALADOR |
Percussão |
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| O espectáculo do WOK conta com uma forte componente cénica e teatral que reflecte o trabalho desenvolvido com um grupo de seleccionados entre o manancial de jovens artistas que integra o Projecto de Percussões “Tocá Rufar”.
Tendo o Ritmo como pano de fundo este é explorado e desenvolvido de diversas formas, conceitos e timbres através dos tambores tradicionais portugueses, da luta de paus e coreografias inspiradas no imaginário tradicional português.
A disposição dos instrumentos no espaço físico e sua exploração como adereços, a movimentação em palco, a côr e as diversas ambiências sugeridas são alguns dos factores que tornam este espectáculo uma experiência inesperada.
Um espectáculo em constante mutação, resultado de uma peculiar visão do Ritmo do criador deste Projecto: Rui Júnior.
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| ZABUMBAS |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Grupo de bombos da Casa do Povo do Paul, do concelho da Covilhã. Formado em 1938, aquando do concurso da aldeia mais portuguesa de Portugal. Tem participado nos mais variados espectáculos nacionais e internacionais. É composto por 20 elementos, sendo a maior parte dos elementos jovens . As suas sonoridades musicais, através dos bombos caixas e pífaro, são referências que nos transportam à música tradicional. Neste momento o grupo tem algumas variantes musicais, dada a necessidade de se inovar, tendo sempre como objectivo primordial “valorizar e preservar a identidade cultural”. Todos os instrumentos são feitos na nossa associação, desde a caixa ao bombo, ao adufe e até ao pífaro. |
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| ZÉS PEREIRAS DE CASTEDO DO DOURO |
Percussão Popular Portuguesa |
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| Constituído em 1980, o grupo de Zés Pereiras de Castedo do Douro, viria em 1985 a integrar-se no Centro Recreativo e Cultural de Castedo, de forma a ter por base uma estrutura sólida, que pudesse dar continuidade ao projecto.
Com um percurso marcado pela qualidade e experiência, ao longo de 26 anos de actividade - é descrito com sendo um grupo Jovem, divertido, enérgico e agradável - arruadas,desfiles,exposições,actividades de rua e de palco, são apenas algumas das nossas áreas de actuação.
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